Fico bastante intrigado com uma série de e-mails e postagens em redes sociais que tenho visto. Quando vêm de mulheres, é dizendo que o homem não presta. Quando é da parte dos homens, é transformando elas em criaturas imbecilizadas.
Hoje mesmo li um artigo de uma psicanalista falando da diferença entre o Amor para um homem e para uma mulher.
Honestamente, não vejo diferença. Só que eu falo de Amor e não de paixão, tesão, afeto, relacionamento.
Este é um assunto que é bastante controverso, mas como já escrevi diversas divagações sobre a minha visão, vou me focar em outro aspecto.
Não sou adepto de citar autores, ainda mais quando discordo daquilo que eles escrevem, mas desta vez farei isso.
Ando com o saco cheio da Martha Medeiros. O ódio que ela tem dos homens, por causa dos relacionamentos fracassados dela, me deixam curioso. Até que ponto realmente os homens são os culpados? E até que ponto ela é a culpada?
Ela escreve muito bem. Mas acredito que deveria ser mais responsável quando se expressa. Culpar os homens pelos fracassos é uma forma fácil de livrar-se daquilo que ela mesma atrai para ela.
Quando se foca em “desmascarar” a canalhice dos homens, acaba que se atrai este tipo de homens. Isso é fato.
Vejo este mesmo comportamento sendo adotado por muitas mulheres. Passam criticando os homens, acham que todos são galinhas, que só querem sexo, que não prestam, enfim, estão focadas exatamente naquilo que não querem. Só que esquecem o poder criativo do pensamento. Atraímos o que pensamos.
Se nos preocupamos em não ficar doentes, a doença se manifestará. Já se o foco for ter saúde, ela será uma constante na nossa vida.
Outro ponto do qual eu já falei, mas que faço questão de frisar, é que é praticamente impossível recebermos aquilo que nós mesmos não nos damos. Se não temos Amor e respeito por nós mesmos, como podemos acreditar que alguém possa nos dar isso?
Se nos tratamos como objetos, valorizando nosso corpo mais do que aquilo que trazemos no nosso interior, se avaliamos as outras pessoas pelo carro, pela roupa, pelas viagens que fazem, enfim, pelo que possuem, como achar que os outros vão nos tratar como um Ser e não como um objeto?
Vejo muita gente querendo aquilo que elas mesmas não se dão. Esperam que o outro “preencha” o seu vazio. E, como isso é impossível, acabam despejando nos outros o peso de sua insatisfação interior.
Insisto nesta tecla, pois acredito que podemos rever nossos conceitos. Acho que apesar de ser mais fácil culpar fulano, seria muito mais digno que fizéssemos o nosso mea culpa, fazendo uma interiorização para identificarmos o que nos leva a repetir determinados padrões.
Tenham sempre muita luz, paz, harmonia e Amor.
Porto Alegre, 27 de setembro de 2011.
Carlos Eduardo
terça-feira, 27 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
Divagando sobre maturidade e outros conceitos
Já tem alguns dias que dois pensamentos se fazem constantemente presentes na minha cabeça.
O primeiro deles é sobre a maturidade.
Vejo que algumas pessoas acreditam que exista uma determinada idade onde ficamos maduros. Que a medida que os anos vão avançando, nosso nível de madureza aumenta.
Mas não é assim que acontece. Conheço pessoas que tem pouco mais de 20 anos, mas que tem uma cabeça que parece que já viveram séculos, enquanto outras tem mais de 30 e aparentam ainda não terem saído das fraldas.
Sei que do ponto de vista espiritual alguns espíritos mais antigos estão vestindo um corpo jovem, a medida que espíritos jovens podem estar numa roupagem mais velha, mas isso não impede que maturemos nosso Ser gradualmente.
O segundo tema que tem aparecido é sobre o "Não". Este surge de diferentes formas.
É interessante observar que normalmente nos fixamos naquilo que não queremos, ao invés de nos focarmos no que queremos.
Existe uma enorme diferença entre eu querer ser saudável e eu não querer ficar doente. Quando digo que não quero ficar doente, meu foco se concentra na doença e não na saúde. Desta forma, acabo atraindo exatamente aquilo que não quero, pois para nosso cérebro o que importa é o "objeto", já o não fica em segundo plano.
Da mesma forma podemos analisar o significado mais comum para a palavra ateu, ou seja, é aquele que não acredita em Deus. Mas para eu não acreditar N'Ele, primeiro eu preciso aceitar o conceito D'Ele, sendo assim, eu acabo acreditando naquilo que eu não acredito.
Nossa, agora até meu cérebro deu um nó aqui...rsrsrs... É melhor parar, antes que eu não acredite naquilo que estou escrevendo.
Carlos Eduardo
Porto Alegre, 17 de setembro de 2011.
Tenham sempre muita luz, paz, harmonia e Amor.
O primeiro deles é sobre a maturidade.
Vejo que algumas pessoas acreditam que exista uma determinada idade onde ficamos maduros. Que a medida que os anos vão avançando, nosso nível de madureza aumenta.
Mas não é assim que acontece. Conheço pessoas que tem pouco mais de 20 anos, mas que tem uma cabeça que parece que já viveram séculos, enquanto outras tem mais de 30 e aparentam ainda não terem saído das fraldas.
Sei que do ponto de vista espiritual alguns espíritos mais antigos estão vestindo um corpo jovem, a medida que espíritos jovens podem estar numa roupagem mais velha, mas isso não impede que maturemos nosso Ser gradualmente.
O segundo tema que tem aparecido é sobre o "Não". Este surge de diferentes formas.
É interessante observar que normalmente nos fixamos naquilo que não queremos, ao invés de nos focarmos no que queremos.
Existe uma enorme diferença entre eu querer ser saudável e eu não querer ficar doente. Quando digo que não quero ficar doente, meu foco se concentra na doença e não na saúde. Desta forma, acabo atraindo exatamente aquilo que não quero, pois para nosso cérebro o que importa é o "objeto", já o não fica em segundo plano.
Da mesma forma podemos analisar o significado mais comum para a palavra ateu, ou seja, é aquele que não acredita em Deus. Mas para eu não acreditar N'Ele, primeiro eu preciso aceitar o conceito D'Ele, sendo assim, eu acabo acreditando naquilo que eu não acredito.
Nossa, agora até meu cérebro deu um nó aqui...rsrsrs... É melhor parar, antes que eu não acredite naquilo que estou escrevendo.
Carlos Eduardo
Porto Alegre, 17 de setembro de 2011.
Tenham sempre muita luz, paz, harmonia e Amor.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Quem sou eu? (Deixando as palavras fluírem)
Quem sou eu?
Sou um misto de trevas e luz, de dor e alegria, sofrimento e paz.
Sou um pouco de tudo e muito de nada.
Sou princípio, meio e fim, mas ainda não acabado.
Sou uma parte Vida e outra Morte.
Sou metade Divino e metade Animal.
Sou atitude e desânimo, coragem e medo, raiva e Amor.
Sou apenas eu mesmo, sem tirar nem por.
Carlos Eduardo
Porto Alegre, 14 de setembro de 2011
Tenham sempre muita luz, paz, harmonia e Amor.
Sou um misto de trevas e luz, de dor e alegria, sofrimento e paz.
Sou um pouco de tudo e muito de nada.
Sou princípio, meio e fim, mas ainda não acabado.
Sou uma parte Vida e outra Morte.
Sou metade Divino e metade Animal.
Sou atitude e desânimo, coragem e medo, raiva e Amor.
Sou apenas eu mesmo, sem tirar nem por.
Carlos Eduardo
Porto Alegre, 14 de setembro de 2011
Tenham sempre muita luz, paz, harmonia e Amor.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Divagando sobre solitude e solidão
Nada melhor que uma linda tarde de sol após uma noite magnífica de lua cheia para colocar as energias em ordem.
Ontem resolvi colocar meu lado "bruxo" em ação. Fiz um preparado com canela, cravo, manjericão, sálvia e mel e deixei energizando na lua cheia. Hoje passei uma parte desta poção no apartamento e depois vou tomar um banho com o restante.
Agora que já limpei o ap, resolvi dar uma limpada nos meus e-mails. Abri um e-mail que fala sobre solitude. E com isto me veio a mente uma quantidade significativa de pessoas que já cruzaram meu caminho. Todas de alguma forma me apresentavam a mesma questão, Solidão.
Algumas saem de um relacionamento e já emendam num novo, pois não conseguem viver sozinhas. Outras, procuram nas baladas e noitadas uma companhia, mesmo que seja somente dos amigos.
E, sempre me fazem a mesma pegunta: tu não te sentes solitário?
Seria mentira se eu dissesse que em determinados momentos não me sinto solitário, mas na maior parte das vezes, considero o estar comigo mesmo como uma enorme dádiva.
Com certeza é maravilhoso receber carinho de outras pessoas, mas é muito melhor quando este carinho vem de dentro do nosso próprio Coração.
Quando estou na minha própria companhia, consigo ir no fundo do meu Ser. Desta forma, posso ouvir o que minha Alma tem a dizer. Me cobro, me questiono, me acarinho, me xingo, enfim, me Amo exatamente como sou, sem me preocupar se estou sendo interpretado corretamente ou se estou agradando.
Percebo que a maioria das pessoas que reclamam da solidão são aquelas que tem medo de dar vazão a sua voz interior. Procuram no burburinho das festas ou na companhia de outros abafar seu Ser, tentando "sugar" do exterior a felicidade. Fogem do seu lado sombrio e, desta forma, acabam deixando que sua Luz Própria seja apagada com os estímulos externos.
Acreditam profundamente que são incapazes de viverem sozinhas, procurando sempre estar cercadas por pessoas. Seus relacionamentos normalmente são complicados, pois se tornam obsessivas, uma vez que necessitam da energia alheia para se sentirem bem.
Já me perguntaram qual a fórmula que eu uso para não me sentir solitário e a única resposta que consigo dar é que procuro a cada dia que passa me Amar mais e mais. Mesmo sabendo que existem muitas pessoas que "vendem" tratamento e guias para a felicidade, acredito que jamais vai haver uma receita fechada para se chegar a um resultado promissor.
Tenham sempre muita luz, paz, harmonia e Amor.
Carlos Eduardo
Porto Alegre, 13 de setembro de 2011.
Ontem resolvi colocar meu lado "bruxo" em ação. Fiz um preparado com canela, cravo, manjericão, sálvia e mel e deixei energizando na lua cheia. Hoje passei uma parte desta poção no apartamento e depois vou tomar um banho com o restante.
Agora que já limpei o ap, resolvi dar uma limpada nos meus e-mails. Abri um e-mail que fala sobre solitude. E com isto me veio a mente uma quantidade significativa de pessoas que já cruzaram meu caminho. Todas de alguma forma me apresentavam a mesma questão, Solidão.
Algumas saem de um relacionamento e já emendam num novo, pois não conseguem viver sozinhas. Outras, procuram nas baladas e noitadas uma companhia, mesmo que seja somente dos amigos.
E, sempre me fazem a mesma pegunta: tu não te sentes solitário?
Seria mentira se eu dissesse que em determinados momentos não me sinto solitário, mas na maior parte das vezes, considero o estar comigo mesmo como uma enorme dádiva.
Com certeza é maravilhoso receber carinho de outras pessoas, mas é muito melhor quando este carinho vem de dentro do nosso próprio Coração.
Quando estou na minha própria companhia, consigo ir no fundo do meu Ser. Desta forma, posso ouvir o que minha Alma tem a dizer. Me cobro, me questiono, me acarinho, me xingo, enfim, me Amo exatamente como sou, sem me preocupar se estou sendo interpretado corretamente ou se estou agradando.
Percebo que a maioria das pessoas que reclamam da solidão são aquelas que tem medo de dar vazão a sua voz interior. Procuram no burburinho das festas ou na companhia de outros abafar seu Ser, tentando "sugar" do exterior a felicidade. Fogem do seu lado sombrio e, desta forma, acabam deixando que sua Luz Própria seja apagada com os estímulos externos.
Acreditam profundamente que são incapazes de viverem sozinhas, procurando sempre estar cercadas por pessoas. Seus relacionamentos normalmente são complicados, pois se tornam obsessivas, uma vez que necessitam da energia alheia para se sentirem bem.
Já me perguntaram qual a fórmula que eu uso para não me sentir solitário e a única resposta que consigo dar é que procuro a cada dia que passa me Amar mais e mais. Mesmo sabendo que existem muitas pessoas que "vendem" tratamento e guias para a felicidade, acredito que jamais vai haver uma receita fechada para se chegar a um resultado promissor.
Tenham sempre muita luz, paz, harmonia e Amor.
Carlos Eduardo
Porto Alegre, 13 de setembro de 2011.
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